A presença real de Cristo na ceia no pensamento de João Calvino | Primeira Igreja Presbiteriana de Porto Velho

A presença real de Cristo na ceia no pensamento de João Calvino

Publicado em: 28/12/2016 11:01:55

Resumo

O autor aborda o principal tema de controvérsia e desacordo entre os protestantes no século 16 – o entendimento da Ceia do Senhor. São apresentadas sucintamente as três diferentes posições que surgiram sobre essa ordenança: presença física (luteranos), presença simbólica (zuinglianos) e presença espiritual (calvinistas). Após considerar algumas das principais ênfases do pensamento de Lutero e de Zuínglio, Campos se detém numa análise mais detalhada da reflexão de Calvino, apresentando os principais traços do seu pensamento eucarístico e os principais perigos que o reformador de Genebra quis evitar no tratamento dessa doutrina.

Palavras Chaves

Ceia do Senhor; Presença real; Luteranos; Reformados; Martinho Lutero; Ulrico Zuínglio; João Calvino.

Introdução

Este artigo tem como propósito mostrar alguns vislumbres dos três pensamentos mais importantes sobre a presença real de Cristo na ceia: Lutero, Zuínglio e Calvino, com ênfase no pensamento deste último. Por causa do espaço, a argumentação é bem reduzida e sujeita a críticas. No entanto, é importante que esse assunto seja trazido à baila para que os leitores sejam introduzidos nesse fascinante mundo das controvérsias eucarísticas do século 16, resultando em procedimentos litúrgicos opostos que perduram até hoje. A presença real de Cristo na ceia foi o ponto nevrálgico da grande controvérsia eucarística entre luteranos e reformados no tempo da Reforma do século161.

 1. O Pensamento de Lutero

Lutero  teve  dois  estágios  no  desenvolvimento  da  sua  teologia  sobre a  presença  real  de  Cristo.  O  desenvolvimento  final  da  doutrina  vem  com  o  segundo estágio, porque nele o reformador se defende dos que atacam esse entendimento. Por volta de 1526, o próprio Lutero já consegue ver a mudança de ênfase na sua doutrina da presença real. Enquanto que no primeiro estágio Lutero dá mais ênfase ao sinal, ao que se vê (pão e vinho), no segundo estágio, ele dá mais ênfase ao ouvir das palavras da instituição. Por causa disso, Lutero, agora, na luta contra os entusiastas suíços, põe mais ênfase ainda no comer do corpo e no beber do sangue, antes que a ênfase no comer do pão e no beber do vinho, como no primeiro estágio, na luta contra Roma.

Posteriormente, a teologia luterana desenvolveu esse pensamento de Lutero nos documentos oficiais da igreja. Os signatários da Fórmula de Concórdia disseram com respeito aos sacramentarianos, os seguidores de Zuínglio e de Calvino, os quais eles colocavam no mesmo “pacote”:

Nós rejeitamos todas as opiniões sacramentárias... igualmente rejeitamos a negação de um comer oral do corpo e do sangue de Cristo na Ceia, e o ensino contrário de que na Ceia o corpo de Cristo é tomado somente de forma espiritual, através da fé, e que na ceia nossa boca recebe somente pão e vinho².

De modo positivo, contudo, afirmando a sua crença no comer fisicamente do corpo e do sangue, os signatários da Fórmula de Concórdia afirmam que na análise de 1Coríntios 10.16 o apóstolo Paulo

diz que  o  pão  é  a  participação  do  corpo  de  Cristo,  o  que  significa  que  todos os que recebem o pão abençoado também participam do corpo de Cristo. Portanto, ele certamente não pode estar falando de um comer espiritual, mas de um comer sacramental e oral do corpo de Cristo do qual ambos, o piedoso e o ímpio, participam³.

O pensamento luterano é que o pão permanece com suas propriedades, mas o corpo de Cristo está presente em, com e sob o pão. Isso é o que alguns costumam chamar de consubstanciação, no que são contestados pelos luteranos radicais.

2. O pensamento de Zuínglio

Zuínglio demonstra grande repulsa à ideia de Lutero, que ele considera inconsistente, mesmo quando o enfrenta face a face no colóquio de Marburg, em 1529. Contrariando o pensamento de Lutero a respeito da ubiquidade do corpo de Cristo, ele diz que o corpo de Cristo não pode estar em todo lugar ao mesmo tempo. Há uma boa base bíblica que serve de suporte para Zuínglio.

Se a afirmação “Eis que estou para sempre convosco, até a consumação dos séculos” se refere ao corpo de Cristo, segue-se que ele está conosco no corpo, mas não com divina graça e poder, porque ele disse: “Vós não me tereis para sempre convosco”. Mas esse dito é inacreditável e enganoso se o relacionarmos com a sua natureza divina. Portanto, temos uma prova conclusiva de que os dois ditos, “Novamente, eu deixo o mundo” e “vós não me tereis mais”, se referem à partida e ausência da sua natureza humana. Mas se ele está indo embora, se ele  estava  para  deixar  o  mundo,  se  ele  não  mais  estaria  conosco,  então  ou  o  Credo é infiel às palavras de Cristo, o que é impossível, ou o corpo e o sangue de Cristo não podem estar presentes no sacramento... Ele senta-se à direita do Pai, ele deixou o mundo, ele não mais está presente conosco. E se estas palavras são verdadeiras, é impossível manter que sua carne e seu sangue estão presentes no sacramento4.

Segundo o argumento de Zuínglio a ubiquidade, ou seja, a presença de Cristo em todos os lugares, restringe-se apenas à sua natureza divina, porque não é possível que sua natureza humana esteja, ao mesmo tempo, em todos os lugares. Se sua natureza humana tem o poder da ubiquidade, não se pode nunca dizer que ele subiu ao céu corporalmente5. Zuínglio ainda diz: “...mas se Cristo está sentado agora à mão direita de Deus, e ficará lá até que venha no último dia, como pode ele ser literalmente comido no sacramento?”6.

3. O pensamento de Calvino

Calvino  ficou  numa  posição  intermediária  entre  o  zuinglianismo  e  o  luteranismo no que respeita à presença real de Cristo na ceia.

3.1 Uma presença do Cristo total

A presença real de Cristo é enfatizada como sendo a comunhão com o Cristo total, não apenas com uma porção dele. Calvino assevera de maneira inequívoca a totalidade do Cristo na ceia, com o qual temos comunhão:

Eu digo que, embora Cristo esteja ausente da terra com respeito à carne, todavia na Ceia nós somos verdadeiramente alimentados de seu corpo e sangue, e possuindo a secreta virtude do Espírito, desfrutamos da presença de ambos. E digo que a distância de lugar não é obstáculo para apresentar a carne, que uma vez foi crucificada, que é dada a nós como comida. Heshusius supõe o que está longe de ser um fato, isto é, que eu imagino uma presença da divindade somente. Mas, a disputa é a respeito de lugar somente: porque eu não permitirei que Cristo esteja encerrado debaixo do pão, engolido e passado para o estômago, ele alega que eu envolvo minha doutrina em expressões ambíguas7.

E Calvino vai mais adiante, ao tratar do Cristo total com o qual temos comunhão, ao criticar o pensamento luterano da ubiquidade:

A  união  hipostática  das  duas  naturezas  não  é  equivalente  à  comunicação  da imensidão da divindade à carne, visto que as propriedades de ambas as naturezas são perfeitamente côngruas com a unidade de pessoa8.

Para Calvino, “foi precisamente a comunhão com a ‘fisicalidade substancial’ na doutrina luterana da ceia do Senhor que ameaçou a praesentia Christi realis na Ceia”9.

3.2 Uma presença de relacionamento

A presença real de Cristo na ceia não é uma presença corporal, mas uma presença  de relacionamento.  Ele  disse  que  “nós  não  mantemos  nenhuma  outra presença além da de uma relação”10.

A presença de Cristo na ceia é um fenômeno bem diferente para Calvino. Na participação dos elementos da ceia há uma comunhão de relacionamento com Cristo. Não existe a conversão dos elementos no corpo de Cristo, nem o corpo de Cristo está com, em e sob os elementos, mas na participação dos elementos  há  uma  comunhão  relacional, onde  somos  elevados  à  presença de Cristo.

Calvino evita a teoria luterana de Cristo ser trazido a nós na ceia, mas enfatiza o fato de sermos levados a ele por obra secreta do Espírito.

De  fato,  quando  Cristo  nos  convida  a  comer  do  seu  corpo  e  beber  do  seu  sangue, ele não necessita ser descido do céu, nem é requerido colocar-se em diversas localidades a fim de colocar seu corpo e seu sangue dentro de nossos lábios. O laço sagrado de nossa união com ele é amplamente suficiente para este propósito pela virtude secreta do Espírito ao qual estamos unidos em um só corpo com ele11.

3.3 Uma presença relacional em razão do sursum corda

As bênçãos do sacramento são comunicadas pelo Espírito de Cristo, sem o qual a participação do pão e do vinho não têm sentido algum. Novamente, voltamos à questão do extra-calvinisticum. Cristo está no céu, permanece no céu e, contudo, sua carne e seu sangue nos são oferecidos no sacramento, sendo a substância dele. Como isso é possível? Pela obra do Espírito Santo.

A presença real em Calvino está vinculada à doutrina do sursum corda, na qual os corações dos homens são elevados a Cristo, não Cristo que desce sobre eles.

Cristo sempre mostra sua presença em poder e força, está sempre entre o seu próprio povo, e sopra sua vida sobre eles, e vive neles, sustentando-os, fortalecendo-os, despertando-os, guardando-os sem qualquer dano, como se estivesse presente em corpo. Em resumo, ele alimenta seu povo com seu próprio corpo, a comunhão que ele lhes outorga pelo poder de seu Espírito. Deste modo, o corpo e sangue de Cristo nos são mostrados no Sacramento12.


Esse relacionamento (ou comunhão) é estabelecido quando nossas mentes e corações são elevados à presença de Cristo.

Mas se somos elevados ao céu com nossos olhos e mentes, para procurar Cristo lá na glória do seu reino, como os símbolos nos convidam para ele em sua inteireza, assim debaixo do símbolo do pão, nós seremos alimentados pelo seu corpo, e debaixo do símbolo do vinho, separadamente beberemos do seu sangue, para desfrutar dele em toda a sua plenitude13.


4. Perigos que Calvino quis evitar

Calvino combate o pensamento católico e luterano da presença corporal de Cristo na ceia com base em três pontos:

4.1 O perigo da idolatria supersticiosa do pão

A idolatria da hóstia era algo tremendamente condenável no catolicismo que Lutero tanto combatera, mas havia entre os luteranos alguns que praticavam uma espécie de adoração à hóstia, quando a levantavam na ministração do sacramento, algo parecido com o que se fazia no catolicismo.

Embora  os  luteranos  não  adorassem  o  pão,  havia  certos  costumes  na celebração da ceia que levavam outros a pensar na possibilidade da adoração do pão. Calvino percebeu esses costumes na liturgia luterana e isso o levou a advertir os luteranos sobre a possibilidade dessa terrível adoração, uma repetição dos costumes católicos. Portanto, os luteranos também não escaparam da crítica de Calvino. Aos luteranos ele escreveu:

Nós não somente negamos a presença corporal pelo propósito de desfavorecimento da idolatria; mas o melhor modo de fazê-lo é manifestar quão detestável é  a  ficção  de  uma  presença  corpórea,  e  mostramos  que  ela  necessariamente  carrega uma idolatria ímpia consigo14.

Calvino havia acusado os seus opositores luteranos de “adoradores do pão” e condenava algumas práticas como a da elevação do pão (que os luteranos retiveram por algum tempo) ou o ajoelhar-se diante do sacramento, que eram consideradas por Calvino como uma superstição ignorante e como idolatria15.

4.2 O problema de o físico ocupar todos os espaços

Esse tema foi central para a cristologia de Calvino. O reformador não difere muito da argumentação usada por Cornelius Hoen e Zuínglio sobre o problema do espaço que um corpo deve normalmente ocupar. Como é fácil de verificar no seu pensamento, a ubiquidade é totalmente rejeitada. Eis sua explicação:

Porque nós não duvidamos que o corpo de Cristo seja limitado pelas características comuns a todos os corpos humanos, e está contido no céu (onde ele foi uma vez por todas recebido) até seu retorno no julgamento (At 3.21). Assim, supomos ou imaginamos ser impossível estar ele presente em toda parte. E não há  necessidade nenhuma  para  nós  de  desfrutar  uma participação  nele,  visto  que o Senhor concede este benefício sobre nós através do seu Espírito, de tal forma que podemos ser tornados um em corpo, espírito e alma com ele. O laço desta conexão é, portanto, o Espírito de Cristo, com quem somos reunidos em unidade, e é igual a um canal através do qual tudo o que o próprio Cristo é e tem nos é comunicado16.


O corpo de Cristo havia sido glorificado, estava presente localmente no céu e possuía uma presença circunscritiva. Para Calvino a presença corporal na ceia ofende ambas as coisas: ofende a sua glória celestial, por sujeitá-la a estar sob um elemento, e também ofende a sua natureza humana, por torná-la um fantasma ou apenas uma aparição17.

A ênfase de Calvino neste ponto é a preservação da verdadeira natureza divina  e  da  verdadeira  natureza  humana.  Seguindo  a  crença  de  Calcedônia,  mesmo  depois  de  sua  glorificação  Cristo  ainda  era  vere  homo  e  vere  Deus. As  propriedades  da  sua  natureza  divina  não  poderiam  pertencer  à  natureza  humana, porque esta já não mais seria plenamente humana. Portanto, era um absurdo para Calvino a ideia da ubiquidade, isto é, a natureza física de Jesus estar presente em toda parte.

Um argumento interessante usado por Calvino é o de que os crentes, na glória, haverão de ter os seus corpos semelhantes “ao corpo de Jesus Cristo em sua glória”, conforme o texto de Paulo aos filipenses. Ora, se os crentes serão iguais a Cristo, poderíamos raciocinar que eles também terão os seus corpos presentes  em  toda  parte?  Com  base  na  doutrina  da  ubiquidade,  poderemos negar ubiquidade aos corpos dos glorificados? Mas Calvino diz:

A Escritura declara que nossos corpos serão conformados ao glorioso corpo de Cristo; mas nossos corpos não estarão então em toda parte; portanto, o corpo de Jesus Cristo não está em toda parte18.

Para os reformados em geral, é de grande importância preservar a plena humanidade  de  Jesus  Cristo  com  todas  as  suas  propriedades,  e  os  atributos da  sua  natureza  divina  nunca  passam  a  pertencer  à natureza  humana.  A  comunicação de atributos, que posteriormente veio a ser designada como genus majestaticum entre os luteranos, não pode ser propriedade do corpo de Jesus Cristo,  pois  isso  seria  basicamente  um eutiquianismo,  quando  o  divino  foi confundido com o humano. O corpo de Cristo tem que permanecer localmente presente no céu, espacialmente definido, porque

é da natureza de um corpo estar contido no espaço, ter as suas próprias dimensões e sua própria forma. Longe, então, com essa estúpida ficção que prende ambos, as mentes dos homens e Cristo, ao pão19.

4.3 Uma ofensa ao Espírito Santo

A ideia de uma presença corporal de Cristo na ceia envolve uma ofensa ao Espírito, e essa ofensa toma duas formas:

a) Calvino dá muita ênfase ao papel do Espírito em unir os crentes a Cristo Jesus. Se isto é verdadeiro, a doutrina da presença corporal de Cristo na ceia torna a obra do Espírito desnecessária, o que o ofende. Tendo os luteranos em mente, Calvino diz: “Todavia, um erro sério é cometido contra o Espírito Santo, a menos que creiamos que é através de seu poder incompreensível que vimos a partilhar do corpo e do sangue de Cristo”20.

b)  Se  o  corpo  de  Cristo  está  local  e  presente  em  todos  os lugares,  os incrédulos  podem  participar  de  Cristo  sem  a  obra  simultânea  do  Espírito.  Calvino não tolera esse pensamento porque a sua cristologia está intimamente ligada à pneumatologia. Ninguém recebe os benefícios de Cristo à parte da obra do Espírito, que gera fé nos corações dos homens, os quais, por sua vez, se apossam dos benefícios de Cristo. Os incrédulos não podem desfrutar dos benefícios de Cristo sem fé.

Novamente, com os luteranos em mente, ele ataca:

Com que direito eles permitem-se a si mesmos separar Cristo do seu Espírito? Isso nós consideramos uma sacrilégio abominável. Eles insistem que Cristo é recebido pelo ímpio, a quem eles não concedem uma partícula do Espírito de Cristo21.


Segundo a teologia reformada nunca ninguém recebe qualquer benefício de Cristo sem a obra do Espírito. Nada de bênção existe na vida pessoal de alguém sem que seja pela instrumentalidade do Santo Espírito. Segundo o pensamento luterano, os ímpios realmente recebem o corpo e o sangue de Cristo (manducatio indignorum), e este foi, e continua sendo, um dos grandes pontos de tensão entre as duas grandes tradições da Reforma.


1 Ao tempo da controvérsia, tanto Zuínglio como Calvino estavam no campo conhecido como reformado, em oposição a Lutero.

2 Fórmula de Concórdia, Declaração Sólida, Art. VII. Livro de Concórdia, 589:113, 114.

3 Fórmula de Concórdia, Declaração Sólida, Art.VII. Livro de Concórdia, 579:56.

4 ZWINGLI, On the Lord’s Supper. In: BROMILEY, G. A. (ed.). Zwingli and Bullinger. London: SCM Press, 1958, p. 214-215.

5 BROMILEY, 1958, p. 219.

6 BROMILEY, 1958,p. 214.

7 CALVIN, John. The Clear Explanation of Sound Doctrine Concerning the True Partaking of the  Flesh  and  Blood  of  Christ  in  the  Holy  Supper.  Library  of  Christian  Classics
,  vol.  XXII,  Calvin: Theological Treatises. London: SCM Press, 1954, p. 309.

8 CALVIN, 1954, p. 312-13.

9 CALVIN, 1954, p. 228.

10 Institutas, IV, 17, 13.

11 CALVIN, 1954, p. 276.

12 Institutas, IV, 17, 18.

13 Institutas, IV, 17, 18.

14 Corpus Reformatorum 37:231; Última admoestação, p. 468.

15 Corpus Reformatorum 43:303 e 488ss.

16 Institutas, IV, 17, 12.

17 Institutas IV, 17,17 e 32; Short Treatise on the Lordʼs Supper, Library of Christian Classics, vol. XXII, p. 158. Grifos meus.

18 Corpus Reformatorum, 37:324. Grifos meus.

19 Institutas, IV, 17, 29.

20 Institutas, IV, 17, 33.

21 Esta citação vem da primeira Defensio  do Consensus Tigurinus, Corpus Reformatorum, 37:27.


Sobre o autor: O autor obteve o grau de doutor (Th.D.) em Teologia Sistemática no Concordia Theological Seminary, em St. Louis, Missouri. É professor residente do CPAJ e integra a equipe pastoral da Igreja Presbiteriana Paulistana.


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