Boletim 809 - Vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus. (Mateus 6.9) | Primeira Igreja Presbiteriana de Porto Velho

Boletim 809 - Vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus. (Mateus 6.9)

Publicado em: 28/10/2017 16:19:43

Esta oração começa onde toda oração verdadeira deve começar -com o espírito de adoção: “Pai nosso”. Não haverá qualquer oração aceitável, enquanto não dissermos: “Levantar-me-ei, e irei ter com o meu Pai” (Lucas 15.18). Este espírito de filho logo percebe a grandeza do Pai, “nos céus”, e ascende em piedosa adoração: “Santificado seja o teu nome” (Mateus 6.9). A criança balbuciando: “Aba, Pai” torna-se um anjo clamando: “Santo, Santo, Santo”. Há um único passo da adoração arrebatadora ao espírito missionário ardente, o qual é um renovo infalível do amor filial e adoração reverente. “Venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu” (v. 10). Em seguida, temos a sincera expressão de dependência de Deus: “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje” (v. 11). Depois, iluminado pelo Espírito Santo, o crente que ora descobre que não é somente dependente, mas também pecador, por isso, ele implora à misericórdia “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (v.12). O homem que está realmente perdoado se mostra ansioso por não ofender a Deus novamente. Possuir a justificação nos leva a um intenso desejo por santificação. “Perdoa-nos as nossas dívidas” (v. 12) -isto é justificação. “Não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal” (v. 13) -isto é santificação em suas formas negativa e positiva. Sendo perdoado, tendo a justiça de Cristo imputada e estando consciente de sua aceitação diante de Deus, o crente suplica humildemente em favor de sua perseverança: “Não nos deixes cair em tentação” (v. 13). Como resultado de tudo isso, surge um louvor triunfante: “Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!” (v. 13). Regozijamo-nos com o fato de que nosso Rei governa em providência e reinará em graça, desde o rio até aos confins da terra, e seu domínio não terá fim. Assim, este breve modelo de oração conduz a alma do senso de adoção à comunhão com o nosso Senhor, que reina. Senhor, ensina-nos a orar assim.

   

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